Esquecimento, para já?!
Na sequência do último post do meu co-autor, fiquei algo perturbado. Uma não tão bonita crítica a uma ainda menos bonita sociedade...
Confesso que estou sem grande paciência para escrever neste escarro, sobretudo porque estou cada vez mais próximo do quinto post - e a partir desse, tudo pode acontecer.
Ao contrário do meu co-autor, as frutrações sexuais dos outros não me indignam. Divertem-me, a palhaçada do AB...Sexo ou do Fiel ou Infiel são por mim encarados, e não podiam deixar de o ser, como uma enorme piada.
Mas não vim cá falar de sexo. É um assunto demasiado sério para ser encarado como debate, suscitado por um tipo como eu, e discutido por um bando de [Punhe/Puta]nheiros (riscar o que não interessa). Vim cá para falar de esquecimentos...
Sim, todos nós procuramos esquecer algo, ou alguém. Pelas mais variadas razões, umas sérias, outras nem tanto. Outras vezes, os motivos são errados. Esquecer pessoas porque não se consegue conviver com uma pessoa, porque o que ser quer dessa pessoa é mais do que esta pretende dar, nunca é bom. Passam-se meses, apanham-se bebedeiras, dão-se umas fodas, parte-se o carro do pai, come-se a melhor amiga da melhor amiga...Enfim, tudo em nome de um objectivo comum, esquecer algo ou alguém. Que se foda, a esta hora já devem ter percebido que não me refiro a uma coisa ou situação, mas a uma pessoa. É uma situação similar a caminhar no penhasco: só duas situações podem ocorrer, a queda ou continuar erguido. A queda é a situação resultante de não se esquecer uma pessoa, tendo trabalhado para isso. É, no fundo, um fracasso, que pode ser mais ou menos profundo, consoante o grau de proximidade à pessoa que se procurou esquecer.
Então, não resultando, vale a pena esquecer?! Ou antes, vale a pena continuar a tentar esquecer? Não sei, e prefiro não pensar nisso. Mas felizmente, mesmo na maior queda, há sempre um "Red Bull". É tudo o que preciso, um "Red Bull"...
Até breve, ao som de Metallica...
Confesso que estou sem grande paciência para escrever neste escarro, sobretudo porque estou cada vez mais próximo do quinto post - e a partir desse, tudo pode acontecer.
Ao contrário do meu co-autor, as frutrações sexuais dos outros não me indignam. Divertem-me, a palhaçada do AB...Sexo ou do Fiel ou Infiel são por mim encarados, e não podiam deixar de o ser, como uma enorme piada.
Mas não vim cá falar de sexo. É um assunto demasiado sério para ser encarado como debate, suscitado por um tipo como eu, e discutido por um bando de [Punhe/Puta]nheiros (riscar o que não interessa). Vim cá para falar de esquecimentos...
Sim, todos nós procuramos esquecer algo, ou alguém. Pelas mais variadas razões, umas sérias, outras nem tanto. Outras vezes, os motivos são errados. Esquecer pessoas porque não se consegue conviver com uma pessoa, porque o que ser quer dessa pessoa é mais do que esta pretende dar, nunca é bom. Passam-se meses, apanham-se bebedeiras, dão-se umas fodas, parte-se o carro do pai, come-se a melhor amiga da melhor amiga...Enfim, tudo em nome de um objectivo comum, esquecer algo ou alguém. Que se foda, a esta hora já devem ter percebido que não me refiro a uma coisa ou situação, mas a uma pessoa. É uma situação similar a caminhar no penhasco: só duas situações podem ocorrer, a queda ou continuar erguido. A queda é a situação resultante de não se esquecer uma pessoa, tendo trabalhado para isso. É, no fundo, um fracasso, que pode ser mais ou menos profundo, consoante o grau de proximidade à pessoa que se procurou esquecer.
Então, não resultando, vale a pena esquecer?! Ou antes, vale a pena continuar a tentar esquecer? Não sei, e prefiro não pensar nisso. Mas felizmente, mesmo na maior queda, há sempre um "Red Bull". É tudo o que preciso, um "Red Bull"...
Até breve, ao som de Metallica...
